quinta-feira, fevereiro 7

De onde vem a criatividade?



     A nossa cultura fragmentou nosso conhecimento,  as ciências e suas especialidades. No Tempo Antigo a Ciência era uma só, era integra, inteira. Nós mesmos fomos fragmentados também e classificados: mentais, emocionais, etc. Nosso saber compartimentado: Linguagem, Matemática, Historia. Nossa vida está em partes, a profissional, a pessoal e a social. Em cada uma das partes e fragmentos nos sentimos pressionados a ser e agir de forma diferenciada. Deixamos de ser inteiros e integros com nossos mais profundos sentimentos, saímos do caminho do coração, da felicidade.
     A força criativa vem do ser inteiro, do eu mesmo que é integro. O ser integro vive, pensa, age de acordo com os sentimentos do seu coração, de acordo com sua capacidade e talento, respeitando seus limites e dificuldades. Se não estivermos inteiros, conectados ao eu mesmo nos isolaremos do processo criativo.
     Reintegrando os aspectos que fazem parte do eu mesmo, a criatividade flui para o exterior e quando isso acontece  é o inicio da cura da consciência humana.

    Nosso eu mesmo é um Mestre, é o núcleo sábio e silencioso que existe dentro nós. Se negamos a existência de uma nascente ou núcleo em nós, nos privaremos de nossa fonte criativa e do Mestre, onde está o amor, a sabedoria e o equilibrio. 

   O eu mesmo é diretamente ligado ao aspecto do ser divino criador que somos, imagem e semelhança da Grande Consciência Criadora. 

    Esse aspecto que somos no mundo sutil é o que chamamos de nosso espírito. 
O espirito, o sutil, é nossa consciência criadora.
    E a  consciência criadora  é una é cósmica.