Se perguntarmos a qualquer pessoa se ela deseja ser feliz a resposta será um esplendoroso "SIM "!
Estamos sempre motivados pelo desejo de ser feliz.
Mas temos feito sempre as mesmas coisas para alcançar esse objetivo.
Aplicamos as mesmas leis e regras de consumo, os mesmos conjuntos de pensamentos para isso, aqueles conjuntos de pensamentos que nos são vendidos e que vimos aplicando até aqui, e que não resultam.
Continuamos buscando a felicidade usando os mesmos princípios, marcadores, projeto mundial, que foram criados por pessoas que não compreenderam os alicerces da verdadeira felicidade e que "compramos" de olhos fechados. São padrões de pensamentos limitantes e consumistas que desapercebidos passam de geração a geração perpetuando velhas crenças e formas de viver.
O conceito de felicidade hoje está carregado pela imagem da mídia que reforça que para ser feliz necessitamos de coisas, serviços, carros, tênis e cirurgias plásticas. Dizem que só é possível felicidade com dinheiro, juventude e beleza e que tudo depende de condições externas e finitas, para isso tem os seguros. E toda a nossa cultura e costumes, e nosso suposto bem estar, é idealizado para preencher as condições do contrato para participar do projeto.
E assim somos induzidos a viver num mundo estimulado pelo consumismo e suas inevitáveis conseqüências: poluição, medo, desagregação, destruição, desejos insaciáveis, roubos, guerras e doenças.
Conceder a outrem a capacidade de dizer o que nos faz feliz é entregar a própria potencialidade criativa e a liberdade.
Para encontrar a felicidade, a nossa própria, temos que falar_encontrar com nosso eu mesmo. Ele é quem sabe o que precisamos, o que desejamos, conhece nossa missão de vida e nossos talentos.
O eu mesmo é um mestre e sábio criador.
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